sábado, 27 de setembro de 2014

Processo nº03821400021161,outro absurdo

A suposta cooperação do Ministério público,e da delegacia em tentar cegar a justiça de Vacaria mais uma vez,só que estou de olhos bem abertos contra este tipo de postura.O Delegado usou um pedaço do texto encaminhado a Cogepol,para desta forma tentar incriminar o Carioca.Claro como água,se utilizou de uma parte do Imail,e não colocou todo o conteúdo do referido testo.Vale lembrar,que se tratava de uma pergunta e não uma acusação como os mesmos tentaram mostrar para a juíza.A parte retirada de uma indignação a cogepol solicitando a transferência destes delegados de Vacaria,conforme será provado em juízo.O Carioca não é homem de meias palavras,se tivesse que acusar alguém,o faria com provas e não como os delegados e o Ministério Público tentou supostamente fazer.Perguntar não é crime,crime é se omitir,principalmente no processo de final 200,quando o mesmo foi citado,e nunca localizado pela policia de Vacaria,e nunca foi conduzido a prestar depoimentos,nos referidos autos,embora o mesmo diga que não residia mais em Vacaria desde os 17 anos,todos documentos tem o endereço do mesmo em Vacaria.Como este cidadão foi interrogado em uma delegacia de policia,e ninguém lhe fez as perguntas objetivas.Principalmente de quem comprou,como foi esta venda,inclusive sobre as mentiras onde morava?Mais nós vamos na presença da Juíza,todos nós,compradores,ex proprietários,e só vai faltar o Srº Wenceslau,este acho eu que eles não vão trazer novamente.Porque a documentação é clara,para mim não adianta o Ministério Público gastar dinheiro sem necessidade,pois a pergunta é uma só,seu Protasio reside no local até hoje,e Wenceslau que segundo esta gente era o provável dono da área,porque permitiu,que seu protasio se instalasse no local desde 1966,até a presente data de sua morte?E herdeiros que nada tinham no local,ainda quer dizer que eram donos.Isto é um caso serio,e de responsabilidade.Os Juízes tem a obrigação de enxergar,se eu enxergo,eles também estão enxergando.

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