sábado, 26 de abril de 2014

Judiciario de Vacaria,e Ministério Público

Tem que se saber como pode estes órgãos não respeitarem as leis,um Juiz e faze final de carreira,dizer que o documento juntado pela Drª Debora Azambuja não valia de nada,é um absurdo.Outro fato é você ser julgado sem a presença de um advogado,talvez fossem isto realmente o que desejavam,para sustentar a tese do calaboca.Outro fato é um desembargador acreditar no depoimento de um desafeto do autor,conhecidamente e com farta documentação nos autos.Se não enxergaram foi por não desejar enxergar,mais não para por ai,tenho direitos a recursos,que vão até ao supremo.E da mesma forma vou cobrar deste desafeto,o Drº Luiz Augusto Gonçalves Costa,junto a Corregedoria de onde parte todos os seus bens,de que forma foram adquiridos,e como ele se intitula empresario na cidade,e quem são os supostos laranjas.Irei a Porto Alegre novamente e se Deus assim o quiser,levando documentação ao gabinete do Desembargador,mostrar a ele o porque de toda esta situação,e vergonha Nacional.Tudo isto tem haver com a Empresa Brita Sul,e a invasão das terras do Srº Protasio Borges de Abreu,onde o mesmo deu depoimentos favoraveis a toda esta imoralidade,e ainda afirma perante a Juíza que de nada sabia.

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